28/10/2011

Ontem

Foi noite de Festa do Caloiro e da Cerveja no ISCSP.
Mas antes disso foi tempo de jantar de meninas nas Amoreiras e das maiores gargalhadas dos últimos tempos.
A festa foi óptima e o bar aberto fez-me acordar com mais três pessoas num sofá-cama que já não me lembrava de quem era.



 Foi noitjii boa, ó se foi. 

26/10/2011

Tarde de Cinema



Midnight in Paris.


A sério gente, se ainda não viram, vejam. Não se vão arrepender.

24/10/2011

Famílias felizes que dá gosto conhecer



Lembram-se disto?
Pois é, a minha querida tia Bé teve o lindo Zé Maria em Maio e anunciou agora estar grávida de duas meninas que devem nascer entre Março e Abril, (a sétima e oitava filhas, é dose).
Como a tia Bé já passa (só um bocadinho, mas passa) dos quarenta anos a gravidez do Zé Maria foi de risco e agora a das gémeas ainda é mais, mas o Zé Maria nasceu lindo e saudável e tem feito dos cinco irmãos e dos pais uns autênticos babados e as meninas hão-de fazer o mesmo ou ainda mais. Estamos todos muito contentes.
Aquela família faz realmente jus à definição de família, lar, é óptimo estar junto deles :)
E como é tradição da família, todos os nomes têm Maria, para as meninas decide-se agora entre Maria Carolina, Maria Isabel (provavelmente ficará uma Isabelinha xD), Maria Clara e Maria Luísa. O que acham meninas ? ;)

23/10/2011

Ainda sobre a perda e a forma como ela nos muda



Entrei para a faculdade, para a minha primeira opção, Serviço Social e estou certa de que é isso que quero. Mas só é assim porque há algum tempo afastei por completo da minha cabeça aquilo que, na verdade, sempre quis.
Eu queria tirar Jornalismo para fazer Jornalismo de Guerra. Estava convicta de que era isso que queria mesmo e durante muito tempo imaginei-me a fazer disso a minha profissão, imaginei a minha vida em torno disso. Até que, subitamente, perdi alguém querido que me fez pensar na facilidade com que somos retirados deste mundo. Morrer é tão fácil, causa tanto sofrimento a quem fica que não é justo morrermos por nos arriscarmos de livre vontade a isso enquanto outros lutam pela vida com todas as forças. Apercebi-me disso e decidi que quando morresse seria por não ter outra alternativa, decidi que com tanta coisa que podia fazer, não me iria meter no meio de guerras e catástrofes, longe dos que amo, a arriscar a minha vida todos os dias por opção própria. É assim que a perda nos muda.

Novo heather

O que acham ?

A perda e a forma como ela nos muda

Já sofri muitas perdas na minha vida, já vi partir muita gente que me era querida e ainda não consegui arranjar forma de lidar melhor com ela. Acho que nunca  vou conseguir. Este ano tem sido um caos no que diz respeito a isso, desde o verão que as más notícias não param de chegar, e não há tempo para sarar o coração entre uma e outra notícia.
A perda, nesse contexto tão cruel que é a morte, faz-nos pensar como a vida é injusta, faz-nos pensar como é que nos podem ser retiradas dessa maneira pessoas tão queridas, pessoas que merecem o mundo e em vez disso vêem-se retiradas dele à força. Faz-nos pensar "porquê a nós?". Já cheguei à conclusão que a questão não é essa mas sim "porque não a nós?". Todos os dias desaparecem pessoas em todo o mundo, porque estaríamos nós a salvo disso? A vida é injusta para toda a gente, não somos ninguém para estarmos imunes à crueldade de uma perda.
Na quinta-feira recebi a notícia de uma das mortes mais injustas de que já tive conhecimento. Todas são, todas nos revoltam, principalmente quando se trata do desaparecimento de alguém próximo. O D. não me era muito próximo, para falar a verdade, vi-o duas ou três vezes. O D. tinha pouco mais de um ano e era irmão de um amigo meu, lutava contra a leucemia como gente grande, com uma força que julgava impossível para um ser tão pequenino, tão frágil, tão desprotegido. Mas o D. era forte, era mais forte do eu, do que o irmão, do que os pais e quando percebeu que não conseguia lutar mais deixou-se levar por essa injustiça que é a vida e partiu, partiu cheio de glória e tranquilidade. E apesar de ter deixado toda a gente que o amava e que torcia por ele a chorar, deixou a certeza de que está agora num sítio melhor, onde não passa por coisas que nem um adulto aguenta, partiu para um mundo onde os bebés não sofrem. Pelo menos é nisso que eu acredito, é a isso que temos que nos agarrar. Fica a certeza que o D. viverá para sempre dentro de quem o ama.

20/10/2011

seven months ♥


abraços. cumplicidade. conversas. o jeito morder o lábio. festas no cabelo. beijos. conversas até adormecer. sussurros. gargalhadas. confiança. mimos. a conquista que recomeça dia após dia. a cabeça no teu peito. o coração que ainda dispara a cada 'amo-te'. o pensamento de que não te posso perder. o futuro que já não faz sentido sem ti. a amizade verdadeira. a compreensão. as palavras que valem o mundo. as discussões parvas. amo-te
é nois  

18/10/2011

O amor e as coisas que ele faz



Ao ver uma pessoa em apuros, a inspiração apoderou-se de mim.
Não vou dissertar sobre o amor porque a esse ainda o estou a conhecer.
No entanto, o que todas as minhas relações falhadas têm em comum (para além de terem... falhado) é que me ensinaram a não meter o pé na argola, pelo menos tantas vezes. Confessemos: a caça, ou em inglês que soa muito melhor, the chase, é sempre excitante. Eleva-nos o ego. Na maior parte das vezes, depois dessa etápa acaba-se o interesse de ambas as partes e partimos para outras bandas. E não há mal nenhum nisso. Há que conhecer, procurar o que melhor encaixa em nós. Mas há uma diferença entre a caça, e o andar atrás. Andar atrás não nos fica bem, não faz pandam com a nossa classe.
Sim, nós gostamos de coisas difíceis. E sim, algumas de nós também têm tendência para fazer um pequeno desvio para o que nos faz menos bem. E não está errado.. uma vez. Duas até. Depois disso, shame on us.
Quando colocamos nas mãos de outro esse orgão sensível, que é o nosso coração, temos de parar, olhar e só depois andar. A confiança conquista-se. Apesar de haver certas paixonetas que (não desvalorizando - nos deixam com o coração a mil), nos escapam por entre os dedos tão depressa como chegam, quando estamos à procura de mais, temos de pensar duas vezes se estamos a entrar em território seguro. A história complica-se quando procuramos nessa pessoa as tais características que idealizamos como sendo parte do "tal" perfeito para nós.
Aí, temos de aprender a dividir o coração e deixá-lo sempre a querer mais um bocadinho de nós. E nós dele. Se eles querem, eles vêm buscar. Acredita em mim: não estão em casa à espera que caias do céu. Se quer brincar, que arranje um Action Men.
Porque a verdadeira magia começa depois do fogo ardente da paixão. O Amor é a melhor parte e, por isso, a mais difícil de encontrar.
As paixões acontecem a toda a hora, ao virar da esquina: por pessoas, lugares, sabores, cheiros... E temos de lhes apanhar o gosto, para não acabarmos de coração partido duas a três vezes ao dia.
Não é tão bom quando estamos a conhecer outra pessoa? Descobrimos os seus gostos, os seus hobbies, as suas manias, a sua comida preferida, passeamos de mão dada, trocamos aqueles primeiros beijos que nos fazem ver estrelas, ouvimos músicas que nos fazem sorrir. Não é o que levamos daqui? Se começa a complicar, resolve-se e trabalha-se. Por vezes não há solução, eu sei. E se deixar de te fazer feliz, procura o apoio em ombros amigos e come muitos chocolates. E bola 'pra frente.
Porque tu, eu, nós todos merecemos ser felizes e temos de encontrar formas de trabalhar na formação do nosso "ser feliz". A felicidade começa dentro de nós.
Foge do Mundo por umas horas. Desliga tudo o que te conecta com a realidade e vai para um local onde te tenhas sentido realmente feliz. Pondera em tudo o que tens dentro da cabeça.
Arruma o coração.
Quando consegues atingir a felicidade sozinha, ganhas um brilhozinho especial que atrai as atenções para ti.
Quando deixamos de procurar, aí sim, começa a verdeira diversão.

Para a AS que já há muito tempo não anda a tratar bem o coração, que já há muito tempo se deixa ser um Action Men nas mãos de quem não me merece nem um carrinho de linhas e que por mais coisas que lhe digamos não deixa de fazer com que o amor próprio escasseie em troca de um amor cego e ingrato que só lhe despedaça o coração fraco dia após dia. 

16/10/2011

Actividades Académicas

Pois bem, nós as meninas de Serviço Social temos uma amizade/rivalidade com os meninos de Relações Internacionais. Assim sendo, participamos nas actividades deles e eles participam nas nossas em jeito de competição, guerra aberta, no entanto as competições são postas de lado e acabamos sempre por nos divertir imenso uns com os outros.
Quinta-feira foi dia de nos metermos no Rally Tascas de Relações Internacionais (que por tradição fazem sempre um depois daquele que é comum a todos os cursos) e pronto a coisa tinha continuidade em praxe nocturna, lá fomos nós todos para Belém e para o Camões (e o que os passageiros do eléctrico gostaram de nós) fazer rir quem passava, com as nossas mais ridículas figurinhas. A noite acabou no Bairro Alto, da melhor maneira.







12/10/2011


What am I suppose to do when the best part of me is always you?