O meu amor está a precisar de mimos e eu estou louca para o ver chegar, com toneladas de mimo para dar. Vejo-o assim e o meu coração de manteiga apaixonado ameaça logo partir-se em mil pedacinhos. Sou assim, não o posso ver menos bem que também fico logo frágil e de coração apertado.
São um acessório que adoro e tenho aos montes. E cada vez surgem anéis mais giros e originais, principalmente nas lojas online que invadem o facebook. Antes adorava usar anéis grandes, coloridos e vistosos como os das primeiras imagens, mas de há uns tempos para cá (apesar de continuar a gostar desses) tenho preferido os mais simples, discretos e minimalistas, como os três últimos que são super queridos.
E vocês, gostam de anéis? Usam-nos mais vistosos ou minimalistas?
As jardineiras são um dos meus traumas infantis. E porquê perguntam vocês? Porque eu detestava vestir jardineiras, achava que era roupa de rapaz e pronto, implicava com elas e batia o pé quando tinha de as vestir. Até aqui tudo bem, duvido que fosse a única menina a odiar jardineiras, o problema era o seguinte: a minha avó adorava jardineiras, melhor, adorava ver-me de jardineiras. Volta e meia lá me obrigada a ir de jardineiras para a escola. Que tristes eram esses meus dias.
Posto isto, qual não foi a minha surpresa ao olhar para esta foto da minha queridíssima Hanneli e pensar "oh meu Deus, adoro as jardineiras dela". Adorei. Consegui pensar em vários looks com estas meninas, o modelo subido e cintado trouxe uma elegância às jardineiras que eu nunca conheci (as minhas era a direito, largas, enfadonhas, arrapazadas - o antigo estilo Osh Kosh B'gosh - digam-me por favor que todos tiveram umas em criança) e deve ter ajudado o facto da Hanneli ter esta pinta irrepreensível e ficar bem com qualquer coisinha. Já alguma vez tinham visto este modelo? Sabem onde posso encontrá-lo? Nem que seja só para experimentar - não prometo que o meu trauma seja tão facilmente ultrapassado, mas não custa tentar.