10/09/2014

Deste tempo que não se percebe



O sol começou a espreitar eu estou, neste momento, a morrer de calor. Mas o dia amanheceu como se fosse Dezembro e até a trovoada decidiu dar o ar da sua graça. Eu pessoalmente não lhe acho piada nenhuma, nem à trovoada nem a este final de Verão manhoso, disfarçado de Inverno. Mas a verdade é que este 2014 brindou-nos com um Verão que deve ter durado umas duas horas e cinquenta e sete minutos, por isso este temporal também não é coisa que me choque muito. De qualquer das maneiras estou enfiada em casa a estudar e, na impossibilidade de ir dar umas voltinhas por aí, nem me importo muito que o S. Pedro decida continuar a brincar com o pessoal. Já o meu namorado que teve que sair de casa às sete e pouco da manhã para ir trabalhar e chegou à empresa com os sapatos em modo aquário, está num desassossego, a rogar pragas às instabilidades meteorológicas e a este tempo sem ponta por onde se lhe pegue. A ver se me despacho do estudo por hoje para o presentear com um jantarzinho e um bom filme quando ele chegar a casa, que isto não há nada como estar enroscado no sofá a ver comédias românticas enquanto o mau tempo brota lá fora, ou não?


1 comentário:

Dylan disse...

Neste lado o pegar a estudar esta complicado, mas vai arrancar!!